16 julho 2013

Capitulo 23 | A Thousand Years- Qual é o nome dele?



SeuNome Pov's

Eu- Bom dia Brad- ele não me respondeu. Estava com a sua mala.- Ei, eu to falando com você
Brad- Desculpa SeuNome 
Eu- O que tá acontecendo?
Brad- Alguém morreu e o conselho da cidade está começando a desconfiar. Começando não, todos lá sabem a história da cidade e já sabem também da existência de vampiros, anjos, tudo. 
Eu- Você é desse conselho?
Brad- Eu sou um Rouse, não sou?
Eu- Você vai lá e vai descobrir o que tá acontecendo. 
Brad- É exatamente isso.- Ele foi embora e bateu a porta de casa. 

Lexi Carole Pov's

flash back mode onn

Não dá mais! Esse sangue já quente não me serve pra mais nada, eu preciso de sangue fresco. 
Já tinha bebido todas as bolsas de sangue e fiquei com compulsão por mais. 
Sai de casa e fui andando pra uma estrada. Não passava carro nenhum, até que passou um caminhão. Parei na frente dele e abri os braços, sem controle ele bateu o caminhão e ele capotou. Com o caminhoneiro já no chão, eu fui andando de vagar. A única coisa que eu ouvia era os passos do meu salto alto, e essa vai ser a última coisa que ele escutará também. 

Carole- Oi sweet
- Q-q-quem é você? Por favor me ajuda
Carole- Tchau sweet- o peguei e pude ouvir ele gritando de dor- cala a boca- o hipnotizei e ele se calou.- Que Deus lhe tenha- o mordi e chupei até a sua última gota de sangue. Quando ele ficou pálido e seco eu o larguei no chão. Sentei do seu lado.- Ninguém vai fazer falta.. Você era feio, gordo.. Quem vai querer isso? Eu fiz um favor pra você, anjo.- Me levantei e peguei no caminhão uma garrafa de bebida alcoólica. Falei, ele não vai fazer falta, dirigir bêbado? Abri a garrafa e bebi só um gole, e peguei lá dentro um esqueiro e um cigarro. Acendi um cigarro e dei uma tragada também. Taquei a bebida em cima dele e acendi o esqueiro logo depois, o jogando em cima dele. Ele foi queimando e logo o caminhão também, por ter gasolina. Sai de perto, afinal, é fogo. Observei uns 5 segundos com o meu cigarro depois o queimei no meu braço. Me virei e fiz o sinal da cruz e fui andando de volta pro caminho de casa. 


flash back mode off

Sim, fui eu. O que todos estão falando hoje, da morte do caminhoneiro, fui eu. O sangue dele estava ótimo. 

Henrie- Foi você mesmo?- disse rindo 
Carole- Foi 
James- Mas não era pra gente ser discretos?
Carole- Esquece isso! Já tá mais que na hora da gente começar.
James- Ok. O que a gente vai fazer?
Carole- Eu vou seguir a SeuNome hoje, vou ter certeza de que ela vai ficar pronta na hora certa. 
Henrie- E depois? Aonde a gente entra?
Carole- Quando eu ligar pra você, Henrie. James, fica o tempo todo do lado dele. 
James- Ta,  mas o que ao certo a gente vai fazer?
Carole-....

SeuNome Pov's

Isso tá estranho demais. Eu não acho que a Lexi saiu da cidade e sumiu, até porque ela conseguiu me deixar no chão quando lutamos. Eu não sou burra. Ela ainda está por ai, como se eu não conhecesse ela.. Enfim. 

Estava pronta e fui pra escola. Fui andando normalmente, queria pensar no sonho. Tive a sensação de estar sendo observada. Virei rapidamente e olhei todos os cantos. Nada demais. Ok. 

{...} Em 5 minutos eu já estava na escola. Entrei na mesma e não vi a Cristy. Achei estranho, a maioria das vezes ela chega antes de mim. 
Vi os meninos e fui em direção á eles. 

Eu- Bom dia- sorri 
Niall- Seunome- sorriu e os meninos também falaram comigo. 
Eu- Alguém viu a Cristy por ai?
Harry- Ela não apareceu até agora
Eu- Ah..- Olhei pra Louis e ele olhou pro lado. Abaixei a cabeça e voltei o meu olhar pra Henrie e James, que tinham acabado de chegar. Eles olharam pra mim e riram. Olhei de volta pros meninos. 

Os meninos ficaram conversando e eu sai de lá. Me sentei em um banco lá trás da escola e fiquei pensando. 


Lexi Carole Pov's

Segui a SeuNome e me espantei com o que vi. Tommo? Não é possível. Ela encontrou ele? Fez alguma coisa? Mas ele está morto! Como.. Meu Deus. 


SeuNome Pov's

Olho pro lado e vejo pela grade da escola.. Carole? 
Ela estava com os olhos com algumas lágrimas, mas.. É ela mesma? Pode ser outra pessoa parecida, mas.. É ela! Sabia! Ela não saiu da cidade! Vou fingir que não a vi. Acho que dessa vez, eu estou um passo a frente dela. 

O sinal tocou e eu subi logo. Deixei um material que eu não usaria no armário e peguei o necessário pra aula. 
Entrei na sala de aula e me sentei no lugar de sempre. No canto e no fundo. Na última fileira. Os alunos foram entrando aos poucos e logo o professor também. 
Não prestei atenção na aula, fiquei fazendo um desenho. Já disse que amo desenhar? É. Tudo o que eu penso eu jogo pra uma folha. 

Professor- Senhorita Rouse, já que você tá prestando atenção, você poderia me dizer em que ano teve a Guerra aqui na nossa cidade?- idiota. Eu vivi nessa guerra. E você ainda acha que é por um motivo, mas foi por seres como eu. 
Eu- 1843.
Professor- Por qual motivo?- anjos e vampiros
Eu- Os fundadores da cidade queriam que as riquezas daqui fossem repartidas- mentira. Essa história foi inventada- e a outra metade dos fundadores não
Professor- Quanto tempo faz essa guerra?
Eu- 170 anos. Mais alguma coisa?
Professor- Não. Só preste mais atenção quando eu estiver explicando. 
Eu- Se eu não prestasse atenção em você eu não saberia disso. 
Professor- Ótimo. 

As aulas foram passando e eu terminei o meu desenho. O desenho era o Tommo nos braços dos pais quando foi morto por aquela vadia. Mas enfim. 

{...} Acabou a hora de estudar e já era pra ir embora. Fiquei o dia sem falar com o Louis, ele parecia me evitar. Mas por quê? 
Esperei todos saírem da sala de aula e James e Henrie foram os últimos. Sai logo depois deles e fui embora. Antes parei na máquina de refrigerantes e peguei um. Na verdade, eu só estava esperando Carole. Eu já sabia que ela estaria me esperando em algum lugar. Quem sabe fingir que não sabe de nada dê certo. Peguei o refrigerante e saí de lá. Os corredores já estavam vazios, esperei muito tempo na máquina. Como eu disse, ela estaria ali. 

Eu- Carole?
Carole- Hello baby- sorriu


Louis Pov's

Me senti triste por não ter falado com a SeuNome o dia todo. Ela também não veio falar comigo. Eu só to confuso, eu nunca senti isso. E não é 'amor'. É outra coisa. É como se eu fosse atraído involuntariamente por ela. Um imã, sabe? Como se eu já a conhecesse, já sei tudo sobre ela. Como se eu precisasse dela. Eu necessito dela. O quê? Nem eu to me entendendo. 


SeuNome Pov's

Eu- O que você quer?
Carole- Me responde uma coisa..- disse dando um passo pra frente- O que o Tommo tá fazendo aqui?
Eu- Tommo?
Carole- Exatamente- disse parando na minha frente 
Eu- Ele não é o Tommo
Carole- Como.. Então quem é ele?
Eu- Não importa
Carole- Que menina má- disse rodando sobre o meu eixo- se você não me falar quem é ele.. Eu vou atrás dele e mata-lo também- disse sussurrando no meu ouvido 
Eu- Nem pense- disse empurrando-a, fazendo ela parar o outro lado do corredor 
Carole- Quem disse que não? Você?- ela riu e eu corri até ela, a tacando nos armários. Ela caiu no chão e riu. Fiz um feitiço, o mesmo que fiz com Henrie, e com as minhas mãos fui controlando os ossos dela. Fui quebrando vários com a maior força que podia colocar nele.- Ahhh... É... Só... Isso?- disse rindo, mas entre gritos de dor. 

Com a intensidade do meu feitiço, as lâmpadas e tudo que era de vidro ali quebrou. Dos ossos dela, mudei e fui para seu coração. O fazia girar, se contorcer dentro dela. Parei e ela respirou, jogada no chão. 

Carole- Ainda não mudei a minha ideia. Vou mata-lo se não souber quem ele é.- disse tentando se levantar. Corri e peguei um esfregão. Voltei em menos de 3 segundos e o enfiei na sua barriga. A levantei com o esfregão e bati com o mesmo na parede, o quebrando. Ela ficou presa no esfregão na parede, gritando.- Você não vai me deixar aqui- disse quase sem ar- Eu só quero saber o nome dele..- disse tossindo sangue 
Eu- Já que você quer tanto saber, o nome dele é Louis. Louis Tomlinson. Pronto, eu já disse. Mas se você tentar encostar um dedo nele, chegar perto dele, eu vou fazer questão de ter como objetivo na vida te caçar, te matar e colocar a sua cabeça estraçalhada do lado do meu criado mudo. Eu não vou te matar só uma vez, eu vou te matar e te ressucitar logo depois, e te matar de novo, de novo, de novo, de novo..- falei em seu ouvido e apertei mais ainda o cabo do esfregão na parede, ouvindo ela gritar- Aviso dado- quebrei seu pescoço e saí de lá tranquilamente. 


{...}
Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Gente, eu amei o final desse capítulo! 
uiui
Bom, como vocês já viram, vai ter mais gente postando aqui no blog!
YEEEEEEEEAH 
O nome dela é Mariana, minha melhor amiga de infância, e pelo que eu sei ela vai começar a postar na quinta-feira porque amanhã é aniversário dela!
Sejam boazinhas com ela, ela é super gente boa u.u 
Mas, eu sou ciumenta, e não quero que vocês me esqueçam e me deixem mofando com os meus imagines, snif snif :c 
To brincando, eu adoro a mari. Olha só eu e ela pequenas:


acho que vocês já sabem quem sou eu, a de vestido caipira com a cara toda rosa, e ela é a do meu lado *u* 
antiga!
mas enfim, é isso. 
Beijos com gloss. 

16 comentários:

  1. Primeiraa a comentar *--*
    Perfeito Ligia!
    Bjos

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  2. Ligia,meu deus :O vc ainda tem essa foto kkkkkkk *--*

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    1. Tenho! kkkkkkkkkkkk nosso passado nos condena, mari..

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  3. Amei o final tbbnm *-*
    Samara Frota

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  4. Amei esse capitulo gostei da mariana ela tem cara de gente boa

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  5. Amei o capitulo, vc é uma ótima escritora e tem muita criatividade. Seja bem vinda Mari, e parabéns, muitas felicidades. Bjs :)

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  6. Ligia, você tá idêntica a Bruna Marquezine quando era pequena hahahaaha - xxx Helo.

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    1. hahahahahaha sério? obrigada, eu acho, vai que você é hater dela? o: hahahah

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  7. Nooooooooos, que plagio do epico "Hello John, goodbye Jonh"

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    1. Plagiar é uma coisa forte, diferente de ser fã de uma série. Bom, se você não sabe o significado de 'plágio', aprenda, pois eu NUNCA precisei plagiar nada pra fazer meus imagines. O meu primeiro imagine, na segunda temporada, eu me inspirei em PLL, mas eu não me inspirei em TVD pra fazer esse capítulo. Muito menos esse imagine, só a uma única coisa de TVD em ATY.. A verbena! Fora isso, mais nada. Enfim, repetindo, eu nunca precisei plagiar nada. Obrigada pelo comentário.

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