06 junho 2014

Power - Capitulo 05







Um mês depois...

Victoria era o tipo de garota que arrancava suspiros de qualquer garoto por sua beleza. Ela lembrava a Megan Fox. Morena, dona de olhos castanhos escuros quase pretos, com os cabelos pretos e luminosos, parecia que os cabelos dela fazia parte de comercial de shampoo's. Ela possuía um corpo sensual. Seu sorriso era irreal, assim como a sua simpatia. O pouco que pude observar dela era que a mesma se preocupava com todos e se esquecia de si mesma, prova disso foi uma atuação que ela fez para livrar Els e eu de uma confusão perante o diretor, ela será uma grande atriz se quiser. Contudo, em certos momentos ela podia ser a pessoa mais segura do mundo, mas em outros momentos tão banais ela conseguia ser tão insegura, e esse foi um dos motivos que levaram ao fim do seu namoro.

Amber era a garota dos sonhos. Além de ser tímida, doce e fiel, ela era extremamente atenciosa com as pessoas ao seu redor, além de desenhar perfeitamente bem. Seu cabelos loiros batiam na cintura e seus olhos azuis extremamente claros brilhavam sempre que ela desenhava ou quando ela falava de Niall. Porém, eu tinha medo do que poderia acontecer com esse namoro, afinal Andreza não brincava em serviço e isso eu sei muito bem, ela fez questão de transformar a minha primeira semana na escola em um inferno, mas se ela acha que vai ficar me usando como escada está terrivelmente errada. Amber tinha um corpo normal, mas tinha vergonha do mesmo e então usava roupas que escondia o seu corpo.

Ella era a garota problemática, pois possuía um gênio terrivelmente forte e por ser excessivamente protetora. Tinha cabelos cacheados que batiam no meio de suas costas extremamente pretos, seus olhos castanhos claros eram tão hipnotizantes, tinha um corpo forte, com uma cintura larga. Ella possuía algo inexplicável que fazia com que ela sempre estivesse segura de si, mesmo com o começo do seu namoro sendo conturbado não desistiu, se mantendo firme e contornando toda a situação.

E finalmente Rebecca ela é com certeza uma garota única. Dona de lindíssimos cabelos vermelhos fogo, tem uma animação intragável e por vezes invejável. Ela sabe ser bastante escandalosa, no dia seguinte há minha intromissão na mente de Andreza, ela fez questão de me acordar aos berros e me fazer contar tudo o que aconteceu, é claro que eu omiti algumas partes e levei uma bronca por ter sido cabeça dura ao invés de ter aceitado o pedido dele de desculpas. Porém como minha mente tem uma via de mãos duplas a fiz me contar o que ela tinha com Louis, ela negou até o ultimo, mas acabou cedendo. Sinceramente, Becky, era amiga que eu precisava, pois é única, ela é.... insubstituível.

Eu e meu irmão havíamos nos afastado bastante. Toda a união que possuíamos estava se esgotando e o tempo continuava correndo. Benjamin era um garoto extremamente fofo e romântico, mas após o sumiço de Chase ele se tornou outra pessoa, passando a ser mais fechado e difícil de se compreender. Ele sempre foi o meu melhor amigo, o meu confidente, o meu........ porto seguro! Mas agora eu o estava perdendo e não sabia como resgata-lo, o tempo estava correndo e eu não tinha as respostas necessárias.

Eu odiava os momentos em que eu tinha aqueles descontroles dos meus poderes desconhecidos, pois sempre que voltava a realidade tudo estava muito instável ao meu ver.

Nesse primeiro mês na escola pude descobrir do por que de todos se animarem ou se espantarem com o sobrenome Hunt, depois que eu invadi a sala secreta do diretor onde havia muitos segredos sobre as famílias mais antigas e tradicionais, inclusive a minha. A minha curiosidade falou mais alto e eu roubei a pasta dos Hunt, porém não tive a coragem de lê-la.

Flash Back ON

Estava correndo com Ella ao meu encalço precisávamos sair daquela enorme sala que ocupava todo um espaço secreto embaixo da enorme escola. Eu não sabia ao certo como descobri aquela sala, mas Sombra me deu as coordenadas e eu as segui através de um sonho. Depois que acordei comecei a coloca-lo em prática, porém as meninas perceberam e se meteram na história.

Só estávamos correndo, pois Amber havia dado um jeito de no avisar da aproximação do diretor. Estava na hora de descobrir do que eu era capaz.

Faltava pouco para chegarmos na porta que dava acesso a única saída daquele lugar, porém o som de alguém próximo chamou a minha atenção. Puxei Ella para o meu lado e a olhei nos olhos. Senti o mesmo queimar e logo vi o diretor passar ao nosso lado sem nos notar, assim que o mesmo sumiu pelo corredor a puxei para as escadas e subimos a mesma correndo desesperadamente.

Assim que estávamos apenas na sala do diretor, respirando desesperadamente, nos encaramos e rimos, mas logo Vick entrou na sala e guardou a pasta em sua bolsa, para logo em seguida entregar a Amber que pegou a bolsa e saiu da sala rapidamente. Antes que pudéssemos sair da sala o diretor apareceu nos encarando seriamente.

- O que fazem aqui?- perguntou ele.
- Nós...eu...quer dizer...- gaguejei.
- O que ela está tentando dizer é que ela queria saber se ainda há vaga para participar do clube de teatro da escola, então tem?- perguntou Vick calmamente.

Ele nos encarou e eu dei um sorriso estrategicamente convincente.

- E você Ella o que faz aqui?
- Vim acompanhar a Seunome.
- Ainda tem vaga sim.- falou ele mudando de expressão instantaneamente.- Também há vagas no clube de dança, de música, no de desenho, jornalismo, de letras, de leitura e no de esportes.
- Acho que vou me inscrever no teatro e na música.- anunciei e sorri.
- Certo. Fico feliz com isso e de ver você se adaptando a escola, Seunome.- falou o diretor.
- Eu também.- comentei.

A sala ficou em completo silêncio. Eu e as meninas nos encaramos, até que consegui ouvir os pensamentos de Vick.

- Eu sei que você pode me ouvir, então me ajude a sair dessa sala.
- Pode deixar!- respondi mentalmente fazendo com que a mesma me encarasse.

Observei toda a sala. Já sei o que fazer.

- Bom, nós temos que ir.- falei e sorri.
- Se precisarem de alguma coisa basta vim me procurar, meninas.- disse ele se sentando em sua cadeira.

Vick e Ella saíram da sala, mas quando eu estava saindo fui interrompida.

- Sei o que fizera, mas saiba que nem sempre a verdade é a melhor escolha!- falou ele e eu sai da sala.

Eu e as meninas voltamos ao nosso dormitório e eu peguei a pasta das mãos de Amber para guardar em minhas coisas.

Flash Back Off

Me encontrava encarando aquela pasta e algo me dizia que se a lesse tudo o que eu conhecia iria mudar.

Respirei fundo e guardei a pasta novamente. Eu havia a guardado dentro de um livro falso de matemática um lugar onde eu sabia que ninguém teria a coragem de procurar.

Me joguei de bruços em minha cama e lá fiquei.

[...]

Acordei com alguém me cutucando, pisquei algumas vezes para me acostumar com a luz presente, olhei para a janela e vi o Sol brilhando alto. Me sentei e encarei quem me cutucava, arregalei meus olhos e dei um sorriso tímido.

- Você é fofa dormindo!
- Obrigada, eu acho.- agradeci ao possível elogio.
- Vamos almoçar, vem!- falou Zayn se levantando e estendendo sua mão em minha direção. A segurei e ele me puxou em sua direção, me assustei com tamanha velocidade e o fiz rir.- Sua cara foi impagável.
- Idiota!- falei dando um soco de leve em seu braço.

Saímos do quarto rindo e quando chegamos a sala dei de cara com o garoto mais irritante, estúpido, babaca, e outras coisas que não eram necessárias serem comentadas, pensadas ou ditas. E então uma luz iluminou a minha mente. Eu não havia penteado o meu cabelo e ele devia estar um caos.

- Cabelo irado!- comentou Harry.
- Gostou? Minha nova moda.- falei sarcástica e voltando para o meu quarto, mas antes dei um soco em Zayn.

Assim que entrei em meu quarto tratei de pegar a minha escova, para então pentear o mesmo, o prendendo em um rabo de cavalo. Deixei a escova em cima da minha penteadeira e me virei para sair do quarto, mas tomei um baita susto. Ele estava ali. De novo não.

- O que você quer?- perguntei tensa.
- Já achou a resposta de minha pergunta?- perguntou ele curioso.
- Sinceramente? Não!- respondi simplesmente.- Sabe quero saber uma coisa e tenho o direito de resposta.- falei de uma vez.
- Então fale, sweet!- disse ele se aproximando.
- Por que eu?- perguntei o olhando nos olhos.
- Porque....- ele parou de repente e então eu ouvi um barulho no corredor.- Deixarei para responder depois.- falou ele para depois sumir.

Respirei fundo e coloquei a mão em minha testa, balancei a cabeça negativamente e sai apressadamente de meu quarto, porém trombei com alguém assim que passei pela porta.

- Ai!- exclamamos juntos quando nossas cabeças se chocaram.

Mas eu como uma ótima desastrada, tentei me recompor na maior velocidade e acabei tropeçando me fazendo cair para trás. Antes do contato, direto da minha bunda, com o chão senti mãos fortes me segurarem pela cintura e me puxando para cima, fazendo com que meu corpo se chocasse com o dele. Tudo muito lindo, mas eu sendo eu me afastei daquele clima inoportuno e clichê onde os personagens principais de um filme ou livro qualquer que eu já li ou assisti se esbarram, ela quase cai, pois antes dela atingir o chão ele a segura pela cintura, então surge o clima e ambos se beijam como se não houvesse o amanhã. E eu juro que quando eu me apaixonar perdidamente por alguém como nos livros, vou fazer valer a pena cada segundo que houver, mas até lá vou fugir dessa maluquice que é o AMOR.

Olhei dentro de seus olhos verdes e vi apenas bondade e medo. Lado a lado. Em sincronia quase perfeita.

- Harry? O que você  tanto teme?- perguntei ingenuamente o olhando nos olhos.
- Eu...- começou ele me olhando nos olhos, mas antes que pudesse responder ouvimos alguma coisa caindo na sala e ele desviou seu olhar do meu.
- Ainda não acabamos esta conversa, querido!- falei e o deixei sozinho no corredor. Assim que entrei na sala todos me encararam e sorriram. Peguei minha bolsa, pois eu ainda devia assistir algumas aulas após o almoço e eu não estava nem um pouco animada. E quem ficaria tendo matemática, física e química no mesmo dia? Está bem, química até que ia, mas as outras matérias...

Saímos todos juntos do dormitório e para a minha alegria o pessoal inteiro estava formado em casais. Ficamos eu e Harry, lado a lado, em silêncio vez ou outra eu o olhava e o mesmo estava me encarando, fazendo com que nossos olhares se encararem e ele abaixar a cabeça envergonhado. Aquilo era fofo, confesso. Mas nada muito como dizer...não era nada demais. Não indicava absolutamente nada!

O refeitório estava lotado, como sempre. Em cada mesa podia se ver e distinguir cada grupinho ou panelinha que dividia a escola. Patricinhas, emo's, punk's, do time de futebol ou de basquete, nerd's, anti-sociais, estranhos e o meu dos populares, porém eu não me enquadrava nele. Só me sentava ali todo dia por causa das meninas que se tornaram minhas melhores amigas.

Eu comi em silêncio, apenas ouvindo as conversas que se desenrolavam uma atrás da outra. Algumas me faziam rir e outras me faziam refletir.

Até que a pergunta que iria me atormentar por um bom tempo. Por que eu?

Há outras sete bilhões de pessoas no mundo, cerca de três bilhões tem algum poder ou dom e mesmo assim eu fui escolhida por ele. Com que propósito? Se for para deixar meus pais com cabelos brancos é melhor desistir, eu e Benjamin já estávamos conseguindo fazer isso antes desse mudança drástica.

Em falar e meu irmão, por onde ele andaria? Eu não o via fazia dias e isso assustava, um pouco, mas assustava.

Terminei meu almoço e sai da mesa sorrateiramente. Precisava ver meu irmão. Eu sentia que algo iria acontecer a ele, só não sabia quando.

[...]

Andei a escola inteira e nada dele. O sinal havia acabado de bater e alunos de todos os lados passeavam pelo campus em busca de suas respectivas salas. Me juntei a eles, mas por onde passava procurava por Ben.

[...]

Mais uma aula de física. Como eu odeio essa matéria.

A professora falava algo sobre os opostos se atraírem e nisso eu até que concordava com ela. Eu me sentia atraída por Harry, contudo não ia com a cara dele.

Eu estava viajando por meus nobres pensamentos quando senti cutucadas em minhas costas. Olhei imediatamente em direção a quem me cutucava. E lá estava os olhos verdes me olhando intensamente e curiosamente.

- Sim?- perguntei.
- Posso me sentar ao seu lado?- perguntou ele e eu fiz careta.- Ou você quer ouvir uma bronca?- perguntou ele com a voz divertida.
- Pode ser!- falei revirando os olhos.

Logo ele puxou uma cadeira para o meu lado e se sentou. A professora nos encarou e ele deu um sorriso encantador, ela apenas balançou a cabeça e voltou a explicar a matéria.

- O que houve?- perguntou ele preocupado.
- Nada.- menti descaradamente.
- Você pode confiar em mim! E outra você não é uma pessoas que sabe mentir muito bem.- falou ele convencido. Me fazendo o encarar, não respondi, apenas dei um sorriso irônico e voltei a fingir que prestava a atenção na aula.- Agora vai fazer silêncio só para não me responder, ver que eu sou fofo e fui um idiota com você, para logo depois você se ver perdidamente apaixonada pela minha pessoa. Que lindo! Mas não precisa de todo esse enredo, apenas diga que me ama.

Eu o encarei novamente e logo comecei a chorar de rir. Abaixei a cabeça e tentei me controlar ao máximo, mas estava difícil.

- Não vejo nenhuma graça nessa verdade.- disse ele sério.
- Você devia ser comediante.- falei secando as lágrimas e o olhando.

Nos encaramos por longos minutos até que ouvimos um pigarro alto o suficiente para chamar a nossa atenção.

Olhei na direção do barulho e percebi ser observada por toda a sala. Senti meu rosto arder intensamente e meu cérebro começou a processar todas as informações acumuladas.

- Queremos saber qual foi a graça, senhorita Hunt.- falou seriamente a professora nos encarando.
- Desculpa, professora! Mas meu colega Harry acha que a Lei de Murphy foi criada por um drogado que havia ingerido um alucinógeno ao invés de exctasy.- após falar isso dei de ombros a sala ficou em silêncio por dois minutos no máximo, para de repente começar a rir sem parar, até a professora acabou rindo. Olhei na direção de Harry e o mesmo me encarava surpreso, me aproximei de seu ouvido e sussurrei.- Eu até que não minto tão mal, né?

Ele assentiu positivamente com a cabeça e sorriu.

Assim, que a sala se acalmou, a professora voltou a explicar a matéria e mesmo depois de todo essa distração, meus pensamentos se voltaram a Benjamin. Onde ele estaria?

Ouvi o sinal tocar e vi o pessoal guardar seus materiais rapidamente para saírem da sala. Guardei meu material e quando estava me levantando de minha cadeira senti o mundo rodar. Minha visão escureceu e meus joelhos cederam, fazendo com que eu caísse, mas não senti o baque, mesmo com minha visão turva pude ver o verde. De repente, tudo parou.

"- Posso ver o seu medo, mas afinal o que você teme?- perguntou uma voz sombria. Observei o local em que estava e era um quarto escuro. No quarto havia apenas uma cadeira no seu meio, a janela estava totalmente tampada com tiras de madeiras, a porta estava bloqueada por algo que não soube identificar, mas percebia perfeitamente bem os seus olhos pretos como o breu daquele quarto.- Posso sentir todos os seus sentimentos, mas afinal o que você sente? Posso ouvir seu coração, mas a quem ele pertence? Posso ler seus pensamentos, mas o que você pensa? Posso ver quem você é claramente, mas quem é você?- continuou ele com as perguntas.
- Me deixa em paz!- berrei assustada.
- Por que você tem medo de mim, sendo que eu jamais lhe machucaria?
- O que você fez com o Chase?
- Com ele? Nada! Já com o Benjamin, seu irmão favorito, seu porto seguro, seu confidente e melhor amigo já é outra história.- tentei me levantar extremamente irritada, mas algo me mantinha sentada naquela cadeira, contudo como eu havia ido parar sentada lá?
- Deixa eles em paz! Não é a minha pessoa que você quer?- perguntei exasperada.
- E qual seria a lição aprendida se eu deixei tudo fácil pra você?
- E o que mais você quer que eu aprenda?- perguntei mais calma.
- Espere e verá!

E como num truque de mágica, ele sumiu sem deixar qualquer vestígio. Apenas eu e meus pensamentos mais sombrios ficaram para trás."

Quando voltei a mim, estava deitada nos braços de Harry que sentado no chão me encarava assustado e havia uma professora que dava instruções que não era obedecida por nenhum dos presentes, mas o eu reflexo não era um dos melhores no momento e isso dificultava as coisas.

Tentei me sentar, entretanto a tontura que senti me fez cair deitada novamente e os olhares só aumentaram.

Respirei fundo tentando me restabelecer, mas e se ele realmente usasse a minha família contra mim? Isso com certeza seria a minha destruição.

Incontáveis minutos se passaram quando eu finalmente consegui me manter sentada. Olhei todos ao meu redor e dei um sorriso fraco.

- Seunome?- chamou a professora e eu ainda meu atordoada demorei um pouco para responde-la.
- Sim?
- O que você viu, querida?- perguntou ela extremamente curiosa e preocupada? Talvez!
- Minha família...- comecei, mas não terminei por causa da forte dor de cabeça que senti.
- Seunome?- se acalme e respire fundo.
- Isso dói!- murmurei.

Contudo, a dor logo passou e eu...





























Nota da autora: O que estão achando? Espero que gostei, desculpe a demora e ainda hoje se der posto outro capítulo, se não só domingo mesmo. Obrigada pela atenção! xXx
Ps: Não esqueçam de comentar!






















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5 comentários:

  1. Eu amei continua plis rsrs tah prft to super curiosa... bjss; )

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  2. O.o véi o q o sombra quer cmg?? Cara, o q ele fez com o Ben, cara tô assustada, porém tá divoney *3*

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  3. CONTINUA !!! Menina me passa sua criatividade ! Sou sua fã ! Quantos anos vc tem ? !
    Beijocas de paçocas !
    Nicoli Styles ♡♡♥♥

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